Cadê aquele velho amigo, filtro das inconveniências, purificador das palavras? Que adivinha o pensamento e retém as palavras.
O que lhe aconteceu, amigo que me livra a cara de tapas?

De tanta carga, explodiu, assim como eu. Não há mais impurezas no pensar, sem coar vomitei no falar.
Digo e grito o que quero, mas agora não penso.
O que lhe aconteceu, amigo que me livra a cara de tapas?
De tanta carga, explodiu, assim como eu. Não há mais impurezas no pensar, sem coar vomitei no falar.
Digo e grito o que quero, mas agora não penso.
Ai mel dels.
ResponderExcluir:S (neim intendi né)
sou um pitagoras!hehehe
ResponderExcluircomplicado...
geentee!!
ResponderExcluirViado, arrazô no texto!!
É isso mesmo, a ética que bloqueia a fala e que trava os desejos nos fazem vomitar as palavras nos momentos de explosão.
Onde está a ética nesse momento?!
Onde?!